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Lançamento do livro: Psicanálise e ações de prevenção na primeira infância

Lançamento do livro

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Lançamento do livro: “Atendimento Psicanalítico de Crianças” – Adela de Gueller e Julieta Jerusalinsky

A autora Adela Stoppel de Gueller  e a coautora Julieta Jerusalinsky  vão lançar o livro:

Atendimento Psicanalítico de crianças

Editora Zagodoni

Data: 21/11/2011 – Segunda-feira

Local: Livraria da Vila Lorena – Al. Lorena, 1731

Horário: 19h30 às 22h

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“Entre o singular e o coletivo: o acolhimento de bebês em abrigo” no Boletim do Sedes

Na oitava edição do Boletim On Line do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae saiu o texto de Fernanada Nogueira e Roberta Alencar sobre o livro Entre o singular e o coletivo: o acolhimento de bebês em abrigo. Confira abaixo:

ENTRE O SINGULAR E O COLETIVO: O ACOLHIMENTO DE BEBÊS EM ABRIGOS

FERNANDA NOGUEIRA e ROBERTA ALENCAR

O Programa Palavra de Bebê, do Instituto Fazendo História, lançou recentemente um livro intitulado “Entre o singular e o coletivo: o acolhimento de bebês em abrigos”. A publicação aborda as particularidades do trabalho com a primeira infância e os desafios enfrentados pelos profissionais que trabalham com bebês separados de suas famílias.

O acolhimento é uma das medidas de proteção previstas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e se aplica a qualquer bebê, criança ou adolescente ameaçado ou violado em seus direitos básicos. Caracterizado como uma medida excepcional e provisória, o acolhimento só deve ocorrer quando esgotadas todas as alternativas de permanência na família. Nesse caso, deve representar uma alternativa de moradia digna, com clima residencial, atendimento personalizado e preservação dos vínculos familiares sempre que possível, até que o bebê, a criança ou o adolescente possa retornar à sua família de origem ou ser encaminhado a uma família substituta. É fundamental que as famílias, as crianças e os profissionais partilhem da ideia de que quando a família não pode exercer sua função é dever do Estado fazê-lo.

Na esteira das mudanças advindas do ECA, a partir das quais as crianças e adolescentes passam a ser sujeitos de direito, nasce o Instituto Fazendo História, com a missão de colaborar com o desenvolvimento de crianças e adolescentes acolhidos em abrigos, trabalhando junto à sua rede de proteção a fim de fortalecê-los para que construam e transformem a própria história.

O Palavra de Bebê é um dos programas do Instituto Fazendo História e surgiu a partir da necessidade de se pensar as particularidades do trabalho do educador junto ao bebê, ou seja, aquilo que é específico do trabalho com sujeitos em constituição. E ainda, quando se trata de instituições de acolhimento, o que está em jogo no trabalho com bebês, que sofreram uma separação de suas famílias bastante precoce. Sabe-se que há uma exigência grande no trabalho desse educador e que, como aponta Isabel Kahn Marin no prefácio do livro, “os bebês em abrigo nos colocam face a face com a angústia primordial que nos funda: o horror ao abandono, a sensação catastrófica de perder a continuidade de ser, que o par perfeito mãe-bebê evoca e representa”.

Dessa forma, os espaços de formação e reflexão são fundamentais na sustentação do trabalho cotidiano do educador e essa foi uma das motivações que levaram o Palavra de Bebê, em parceria com um grupo de psicanalistas implicados no trabalho e no estudo da primeira infância, a realizar a publicação do livro “Entre o singular e o coletivo: o acolhimento de bebês em abrigos”. Trata-se do resultado de uma pesquisa baseada na prática da equipe do Palavra de Bebê nos abrigos, em estudos de caso, alinhados a considerações teóricas que visam promover e incrementar a interlocução entre os profissionais e parceiros que atuam na rede de proteção a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

O grupo se reuniu durante um ano para discutir qual seria a melhor maneira de unir a prática cotidiana nos abrigos a uma reflexão pautada no referencial psicanalítico. O desafio com o qual nos deparamos foi atualizar conceitos centrais da teoria psicanalítica de forma acessível ao leitor leigo, sem perder o rigor necessário à transmissão. Os temas desenvolvidos nos diversos capítulos são: “O que é um bebê?” – uma pergunta aparentemente simples, mas essencial para se pensar o atendimento de bebês em instituições; a importância do brincar na vida dos bebês, para os quais a posição do adulto cuidador é fundamental; a forma como a linguagem se institui na relação do bebê com o adulto cuidador e, no caso do acolhimento institucional, no laço dele com o educador, possibilitando ao bebê vir um dia a falar; a importância de a história de vida do bebê ser apresentada e trabalhada junto ao educador, que dessa forma pode se aproximar dele, respeitando sua origem e sua bagagem; as vicissitudes de cuidar e educar bebês nas instituições de acolhimento; o papel central do educador referência e a importância de que os educadores possam reconhecer sinais de sofrimento no bebê e agir a partir do que este manifesta; as diferentes dimensões nas quais a separação comparece no caso de bebês acolhidos em instituições.

O livro foi lançado no mês de maio desse ano, mas já ao longo de todo o primeiro semestre trabalhou-se, em encontros de formação com as equipes (equipe técnica, educadores e operacionais) dos abrigos acompanhados pelo Programa Palavra de Bebê, os temas acima mencionados e cada profissional recebeu um exemplar do livro. Nesses encontros de formação as equipes escolhem o tema a ser trabalhado. São momentos importantes em que a equipe pode refletir sobre sua própria prática e também articular a rede, dando maior consistência ao trabalho e agilidade nos processos.

No início de agosto o Palavra de Bebê organizou um evento, que aconteceu no CRP/SP, cujo objetivo foi abrir um espaço de interlocução para os diversos profissionais que atuam junto à primeira infância. Houve distribuição do livro aos participantes e os temas ali desenvolvidos foram disparadores da discussão. Uma grande diversidade de profissionais (educadores de abrigos, de creches, coordenadores pedagógicos, assistentes sociais, psicólogos, profissionais do judiciário, estudantes, etc) participou do evento, promovendo uma discussão e troca de experiências bastante rica. A questão da formação e profissionalização dos educadores que trabalham em abrigos foi muito debatida, impasses, dificuldades e pontos falhos nesse sentido foram apontados, ficando evidente a importância de se trabalhar rumo à profissionalização e de se criar mais espaços de discussão como este. A articulação da rede e a possibilidade de que seus diversos atores se mobilizem ao invés de se paralisarem diante dos complexos problemas que se impõe a prática cotidiana, como por exemplo a morosidade do sistema, foi outro ponto discutido.

No caminho da profissionalização do abrigo, através do qual se procura fortalecer o desenvolvimento de sujeitos autônomos, esta publicação pretende oferecer recursos para os cuidados diretos com o bebê e para a reflexão sobre o acolhimento de bebês “separados” e, com isso, contribuir para o acolhimento institucional que é oferecido à primeira infância. Nosso desejo, com esta publicação, é o de que o conhecimento das implicações da separação e da passagem tão precoce por um acolhimento institucional tenha efeitos nas ações, propostas e intervenções realizadas pelos diferentes atores responsáveis pelos bebês, crianças e adolescentes que vivem em abrigos.

Sobre as autoras:

Fernanda Nogueira, aluna do Curso de Psicanálise do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, psicóloga formada pela PUC-SP, fundadora e coordenadora do Palavra de Bebê, co-autora da criação de projetos de formação de professores na área da educação (em desenvolvimento), organizadora do livro “Entre o singular e o coletivo: o acolhimento de bebês em abrigos”.

Roberta Alencar, aluna do Curso de Psicanálise do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, psicóloga formada pela PUC-SP,especialista em Psicologia da Infância pela UNIFESP, membro do grupo de pesquisa Detecção Precoce de Psicopatologias Graves – PUC/SP, técnica do Programa Palavra de Bebê e co-autora do livro “Entre o singular e o coletivo:o acolhimento de bebês em abrigos”.

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Mesa Redonda com M. C. Laznik, Rogério Lerner e Érika Parlato-Oliveira

O Instituto de Psicologia da USP e o Instituto Langage realizarão a mesa redonda:

O bebê e seus intérpretes

Marie Christine Laznik

Rogério Lerner

Érika Parlato-Oliveira

Dia: 24/10/11 – Segunda-feira.

Horário: 19h.

Local: FAU-USP Maranhão – Rua Maranhão, 88 – Higienópolis

Acesso Livre

Informações: 3473-5458/ 6365-5095 ou institutolangage@institutolangage.com.br

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Lançamento do livro: “Psicanálise para aqueles que não falam?” de Claudia Mascarenhas Fernandes

Lançamento do livro Psicanálise para aqueles que não falam? – A imagem e a letra na clinica com bebê

Autora: Claudia Mascarenhas Fernandes

Local: Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – Jardins

Dia: 22/10/11 – Sábado

Horário: 11h às 13h

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Lançamento do livro: “A criação da criança – brincar, gozo e fala entre a mãe e o bebê” de Julieta Jerusalinsky

Lançamento do livro  A criação da criança – brincar, gozo e fala entre a mãe e o bebê

Autora: Julieta Jerusalinsky

Coleção: De Calças Curtas, coordenada por Daniele Wanderley

A criação da criança” comporta uma dimensão equívoca: por um lado a criança seria objeto de uma criação e, por outro, sujeito que cria. Este trânsito da mãe e do bebê entre as posições de objeto e de sujeito, este eclipse necessário à constituição psíquica, fica em relevo nos jogos constituintes do sujeito, como modo de comparecimento do brincar na primeira infância. Em tais jogos inscreve-se o litoral entre gozo e saber, articula-se corpo e linguagem. Inscrições psíquicas, gozo materno, brincar, jogos constituintes do sujeito, jogos de litoral, são temas trabalhados neste livro a partir das questões que a clínica coloca quando se trata de intervir nos primórdios do psiquismo – com bebês ou com crianças acometidas de graves psicopatologias que as exilam de sua condição de falantes. 

Data: 10/10/2011 – segunda-feira

Horário: a partir das 20h

Local: Bar Balcão – Rua Doutor Melo Alves, 150 – Jardins

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Livro: Linguagem e Saúde Mental na Infância

Olá,

Nós sugerimos a leitura do livro Linguagem e Saúde Mental na Infância: uma experiência de parcerias, organizado por Beatriz Silveira Alves de Oliveira e Marta Gonçalvez Gimenez Baptista.

O livro reúne a contribuição de profissionais que acompanharam os Grupos de Linguagem e Psicopatologia, realizado durante sete anos na clínica-escola do Centro Universitário São Camilo. Revela o percurso realizado, das origens do trabalho em direção às parcerias que foram se fazendo necessárias para sua construção.

 

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